Sábado, 27 de Junho de 2009

Conto erótico: Querido professor

A minha primeira vez

O meu corpo já pedia para ser possuído antes da minha primeira vez. Nada serviu para apagar o fogo que, a cada dia, consumia a minha mente e a minha vagina: nem os conselhos da minha mãe, nem as histórias que muitas vezes ouvi de colegas ainda mais inexperientes que eu.

Apesar da total inexperiência em relação à prática do sexo, as minhas hormonas encontravam-se quase sempre à flor da pele. Vários homens despertavam em mim interesse e via-me em inúmeras ocasiões a olhar o pénis de alguns e a desejá-lo dentro de mim. Queria descobrir o prazer do sexo, do orgasmo...
Mesmo sendo virgem, já sonhava com homens a levarem-me ao extremo entre quatro paredes.

E foi na escola que tudo aconteceu.
Num dia de calor, fui para escola com o meu vestido preto pelo joelho, sem cuecas (recuso-me a usá-las quando está calor, desde sempre). Entrei na aula de português do professor com que todas sonhavam e, como habitual, fiquei nas carteiras da frente.
O calor era tanto que comecei a abanar-me, abrindo e fechando as pernas, com o professor a olhar para a minha dizinha, húmida e quente, a pedir diariamente para ser comida.

No fim da aula, pediu-me que ficasse na sala, trancou a porta e perguntou-me porque vinha sem cuecas para a aula. Ao que respondi que tinha calor e que ficava muito húmida e as cuecas incomodavam-me. E, enquanto falava, ia acariciando os meus seios.
Subitamente, o professor agarrou-me e beijou-me com uma intensidade até então desconhecida para mim. Pegou em mim, deitou-me na secretária dele e começou a lamber-me os seios e desejei-o tanto que só queria ser possuída. Afastou-me as pernas e lambeu-me como se não houvesse amanhã e, de repente, tudo aconteceu: ele abriu as calças e encaixou-se dentro de mim.
Estava tão húmida que mais parecia manteiga no verão e aquele pau duro, enorme e cor-de-rosa finalmente entrou! Naquele momento, senti uma explosão de prazer. Não conseguia parar de gemer. Ele tapava-me a boca mas, mal tirava a mão, parecia louca a uivar de prazer e a pedir para ele não parar.
Até que senti algo inexplicável: senti-me a levitar, senti-me dormente, vi borboletas ao nosso redor. Logo de seguida também ele se veio! Adorei ver aquele leite todo a escorrer, pedi para ele me colocar na boca: tinha sede. Engoli, mamei e lambi.

Diana - www.clubchili.com/diana

2 comments:

  1. Excelente. Mal posso esperar por falar contigo, Diana :)

    Nuno

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